Greve dos ferroviários da CPTM afeta linhas e deixa passageiros na espera
A greve dos ferroviários da CPTM paralisou a Linha 13-Jade e limita o funcionamento das Linhas 11-Coral e 12-Safira.
A paralisação dos trabalhadores da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) chegou ao segundo dia nesta quarta-feira, 5 de fevereiro de 2026, causando transtornos para milhares de passageiros na região metropolitana de São Paulo. Desde o início da manhã, a Linha 13-Jade segue completamente paralisada, enquanto as Linhas 11-Coral e 12-Safira funcionam de forma limitada, gerando longas filas e atrasos significativos.
O movimento grevista, que reivindica melhores condições de trabalho e reajuste salarial, tem impactado diretamente a rotina dos usuários do transporte público, obrigando muitos a buscarem alternativas para chegar ao trabalho ou à escola. Acompanhe a seguir um panorama detalhado do que está acontecendo e as possíveis consequências para os próximos dias.
Paralisação completa na Linha 13-Jade e operação reduzida em outras linhas
Desde o início da manhã, os trens da Linha 13-Jade permanecem sem circulação, afetando principalmente os moradores da região de Guarulhos e quem depende do transporte para acessar o Aeroporto Internacional. A CPTM não divulgou previsão oficial para o retorno total da operação.
Nas Linhas 11-Coral e 12-Safira, a situação é de funcionamento parcial, com trens circulando em intervalos maiores e capacidade reduzida. Isso tem gerado aglomerações nas estações, aumentando o desconforto dos passageiros e a preocupação com a segurança, especialmente em horários de pico.
Reivindicações dos ferroviários e impacto para os usuários
Os trabalhadores da CPTM exigem reajuste salarial que acompanhe a inflação acumulada nos últimos meses, além de melhorias nas condições de trabalho e investimentos em equipamentos de segurança. A categoria afirma que a greve é uma medida necessária para pressionar a empresa e o governo estadual a atenderem suas demandas.
Enquanto isso, os usuários enfrentam o desafio de reorganizar suas rotinas, muitas vezes optando por ônibus, caronas ou até mesmo o transporte por aplicativo, que têm preços mais altos. A greve também causa impacto na mobilidade urbana, com aumento do trânsito nas principais vias da capital paulista.
Possíveis desdobramentos e negociação entre sindicato e CPTM
Até o momento, não houve acordo entre o sindicato dos ferroviários e a direção da CPTM. As negociações estão em andamento, mas a continuidade da greve depende da evolução dessas conversas. Caso o impasse se mantenha, a paralisação pode se estender, ampliando os transtornos para a população.
Autoridades acompanham a situação de perto e avaliam medidas para minimizar os impactos, como reforço no transporte alternativo. A expectativa é que um acordo seja fechado o quanto antes para garantir a normalização do serviço e o conforto dos passageiros.
Acompanhe as atualizações para ficar por dentro dos próximos capítulos dessa paralisação que mexe com a rotina de quem depende do transporte ferroviário na Grande São Paulo.
Perguntas Frequentes
Quais linhas da CPTM estão afetadas pela greve?
A Linha 13-Jade está completamente paralisada, enquanto as Linhas 11-Coral e 12-Safira operam de forma limitada.
Quais são as reivindicações dos ferroviários?
Os ferroviários exigem reajuste salarial e melhorias nas condições de trabalho e equipamentos de segurança.
Como a greve impacta os usuários do transporte público?
Os usuários enfrentam longas filas e atrasos, além de precisar buscar alternativas como ônibus ou transporte por aplicativo.
O que está sendo feito para minimizar os impactos da greve?
Autoridades estão avaliando medidas como reforço no transporte alternativo para ajudar os passageiros.
Qual a expectativa para a normalização do serviço da CPTM?
A normalização do serviço depende das negociações entre o sindicato dos ferroviários e a direção da CPTM.