Ex-Flamengo e Bahia, atacante revela dilemas e paixões após carreira no futebol
O atacante compartilha como lida com o coração dividido entre Flamengo e Bahia, revelando momentos marcantes da carreira.
O futebol brasileiro é repleto de histórias marcantes, e poucas são tão singulares quanto as vividas por jogadores que vestiram camisas de clubes rivais com paixão e dedicação. É o caso do atacante que brilhou tanto no Flamengo quanto no Bahia, clubes que marcaram sua trajetória de forma indelével. Entre gols decisivos e momentos inesquecíveis, ele compartilha como lida com o coração dividido quando os dois times se enfrentam, além de revelar detalhes inéditos sobre sua carreira e projetos pessoais.
Se você quer saber como foi a experiência de ser ídolo em dois gigantes do futebol nacional, e como o esporte ainda influencia sua vida fora dos gramados, continue a leitura e descubra essa história com exclusividade.
O coração dividido entre Flamengo e Bahia
Vestir a camisa do Flamengo e do Bahia foi, para ele, mais do que uma experiência profissional: foi uma jornada de emoções intensas. Quando os clubes se enfrentam, o sentimento é dividido, afinal, são dois capítulos importantes de sua vida. “Quando o Bahia está jogando, torço muito para o Bahia. Mas o Flamengo… não teria como não ser torcedor, pelo que vivi lá”, confessa o atacante.
Com números impressionantes no Flamengo — 45 gols em 86 jogos —, ele lembra que sua passagem pelo clube carioca foi marcada por uma fase mágica. “Se eu tivesse continuado, teria mantido esse ritmo, porque a fase foi muito boa”, lembra. Já no Bahia, o amor é de infância, um sonho realizado ao vestir a camisa do maior clube do seu estado natal.
Momentos inesquecíveis e aprendizados dentro de campo
A trajetória no Flamengo começou em 2012, com uma estreia promissora e gol logo nos primeiros minutos em campo. O atacante recorda o apoio fundamental do então técnico Joel Santana e a amizade com o capitão Léo Moura, que o acolheu e incentivou desde o primeiro dia. “Ele me viu tímido, mas me disse para aproveitar cada momento no ‘Mais Querido’. Guardo cada palavra até hoje”, destaca.
No Bahia, o reencontro com o futebol aconteceu em um momento especial, logo após o nascimento de sua filha caçula. O convite para ajudar o clube a retornar à elite nacional foi um estímulo enorme. “Foi a segunda maior felicidade da minha vida. Não pensei duas vezes em aceitar”, revela.
Entre os confrontos mais marcantes, o atacante lembra de jogos decisivos contra as equipes que o marcaram. Um episódio curioso foi o pênalti sofrido contra o Flamengo em 2017, quando ainda se recuperava de uma fratura. “Passei por muita coisa na cabeça, não bati o pênalti, mas foi um jogo diferente, especial”, comenta.
Planos para o futuro e a paixão inesperada por cavalos
Mesmo após anos de carreira, o jogador mantém a motivação viva graças ao companheirismo dos colegas e à vontade de contribuir dentro de campo. Seu objetivo é seguir jogando até o fim da Série D, mas já pensa no que vem depois do futebol. “Já tirei a licença B de treinador e pretendo tirar a A ainda este ano. Quero estar preparado para o que vier”, conta.
Além do futebol, uma paixão inesperada surgiu durante a pandemia: a criação de cavalos e o envolvimento com vaquejada. “Nunca tinha montado cavalo antes, só jumento no interior, mas na pandemia experimentei e me encantei. Hoje é um hobby que me traz paz e alegria”, explica.
Com uma carreira marcada por gols, títulos e histórias de superação, o atacante mostra que o amor pelo futebol permanece, mas que novas paixões e desafios também fazem parte da sua vida. Entre o passado glorioso e o futuro promissor, ele segue escrevendo sua história com a mesma garra de sempre.
Perguntas Frequentes
Quais foram os momentos mais marcantes da carreira do atacante?
O atacante destaca seus gols decisivos, a estreia promissora no Flamengo e o retorno ao Bahia após o nascimento da filha.
Como o atacante lida com a rivalidade entre Flamengo e Bahia?
Ele confessa que torce para o Bahia quando jogam, mas não consegue deixar de ser torcedor do Flamengo pelo que viveu lá.
Quais são os planos futuros do jogador após a carreira no futebol?
Ele pretende se tornar treinador, já possui a licença B e deseja tirar a licença A ainda este ano.
O que o atacante descobriu durante a pandemia?
Ele desenvolveu uma paixão pela criação de cavalos e a vaquejada, um hobby que traz paz e alegria.
Qual a importância da amizade com Léo Moura na carreira do atacante?
Léo Moura foi um mentor para ele, oferecendo apoio e conselhos valiosos desde sua chegada ao Flamengo.