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CBF esclarece expulsão polêmica e queda do VAR na final da Supercopa Rei

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CBF esclarece expulsão polêmica e queda do VAR na final da Supercopa Rei

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) se pronunciou oficialmente na noite deste domingo (1º) para esclarecer dois episódios que causaram muita discussão durante a decisão da Supercopa Rei entre Flamengo e Corinthians, realizada no estádio Mané Garrincha, em Brasília. A entidade explicou a expulsão inesperada do meio-campista Carrascal no início do segundo tempo e confirmou que o sistema de VAR ficou inoperante por cerca de 20 minutos devido a um apagão no local.

Se você acompanhou a partida e ficou com dúvidas sobre essas situações, continue a leitura para entender o que realmente aconteceu e como a arbitragem lidou com os imprevistos durante o confronto que terminou 2 a 0 para o Corinthians.

A expulsão de Carrascal: o que motivou o cartão vermelho antes do segundo tempo?

O lance que surpreendeu torcedores e especialistas ocorreu antes mesmo do apito inicial para o segundo tempo. Enquanto o Flamengo voltava ao gramado para o reinício da partida, o árbitro Rafael Rodrigo Klein mostrou o cartão vermelho direto para o jogador colombiano Carrascal, deixando a equipe carioca e sua comissão técnica atônitos. A justificativa oficial veio do VAR, que teria identificado uma agressão do atleta contra Breno Bidon, do Corinthians.

A CBF detalhou que a análise do lance foi feita durante o intervalo e, apesar de inicialmente as imagens não terem mostrado nada conclusivo, uma revisão mais aprofundada detectou uma conduta violenta fora da disputa da bola e com o jogo parado, o que autorizou a expulsão mesmo após o término do primeiro tempo. A entidade ressaltou que a Fifa permite a intervenção do VAR em casos de comportamento violento a qualquer momento da partida, inclusive durante as pausas.

“Neste procedimento, foi identificada evidência de conduta violenta envolvendo o jogador nº 15 do Flamengo (Carrascal) contra o jogador nº 7 do Corinthians (Breno Bidon), em lance ocorrido fora da disputa da bola e com o jogo parado.”

Apagão no Mané Garrincha: VAR fica fora do ar e arbitragem segue sem o recurso

Outro ponto que chamou atenção foi a interrupção do sistema de VAR logo no início do segundo tempo. A CBF confirmou que houve uma queda de energia em vários setores do estádio, incluindo a cabine onde o árbitro de vídeo trabalha. Apesar do sistema de contingência (no-break) ter mantido o funcionamento por cerca de 15 minutos, a energia não foi restabelecida a tempo, o que fez com que o VAR ficasse desligado entre os 15 e 34 minutos da etapa final.

Durante esse período, o Corinthians chegou a marcar um gol com Yuri Alberto, que foi anulado por impedimento. O atacante voltou a balançar as redes já nos acréscimos, garantindo o placar final de 2 a 0 para o time paulista. A CBF reforçou que a arbitragem comunicou todas as decisões aos capitães e treinadores, mantendo a transparência e o cumprimento dos protocolos internacionais.

Arbitragem e protocolos: CBF garante lisura da partida

Ao final da nota, a Confederação destacou que a equipe de arbitragem seguiu todas as regras do jogo e os procedimentos internacionais rigorosamente. A Comissão de Arbitragem assegurou que nenhum dos incidentes prejudicou o andamento técnico ou esportivo da final, garantindo a legitimidade do resultado.

Com esses esclarecimentos, a CBF busca tranquilizar clubes, torcedores e imprensa sobre a condução da arbitragem na Supercopa Rei, reforçando o compromisso com a transparência e a integridade do futebol brasileiro.

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Perguntas Frequentes

O que motivou a expulsão de Carrascal?

A expulsão foi motivada por uma agressão identificada pelo VAR, ocorrida fora da disputa da bola.

Por que o VAR ficou inoperante durante a partida?

O VAR ficou inoperante devido a um apagão no estádio Mané Garrincha, que afetou a cabine do árbitro de vídeo.

Qual foi a duração da queda do VAR?

O VAR ficou fora do ar entre os 15 e 34 minutos do segundo tempo.

A CBF seguiu os protocolos internacionais durante a partida?

Sim, a CBF afirmou que a arbitragem seguiu rigorosamente os protocolos internacionais.

Como a CBF comunicou as decisões durante o apagão?

A arbitragem comunicou todas as decisões aos capitães e treinadores, mantendo a transparência.

Rafael Dias

Rafael Dias

Rafael Dias é jornalista esportivo e apaixonado por futebol desde criança. Escreve no blog Futebol na Web, onde comenta jogos, analisa táticas e compartilha curiosidades do mundo da bola com linguagem leve e acessível. Com olhar crítico e bom humor, atrai leitores que buscam informação com personalidade.