Formiga aposta que Copa do Mundo Feminina 2027 no Brasil vai revolucionar o futebol feminino
A ex-jogadora da seleção brasileira, Formiga, acredita que a Copa do Mundo Feminina de 2027, que será realizada no Brasil, pode marcar um divisor de águas para o futebol feminino no país. Atualmente diretora de Políticas de Futebol e de Promoção do Futebol Feminino no Ministério do Esporte, a veterana participou da cerimônia do Tour da Taça no Palácio do Planalto, em Brasília, nesta quinta-feira (26).
Com sete participações em Copas do Mundo, a maior entre jogadoras, Formiga sabe bem o impacto que o torneio pode ter na carreira das atletas. Ela destacou a importância do evento para ampliar o reconhecimento e a estrutura do futebol feminino no Brasil, que ainda enfrenta desafios para alcançar a valorização merecida.
Um olhar sobre o passado e o presente do futebol feminino brasileiro
Formiga não esconde o orgulho pela trajetória da sua geração, que enfrentou inúmeras dificuldades para conquistar espaço no futebol. “Eu venho de uma geração que precisou lutar muito por espaço, uma geração que não tinha visibilidade alguma, não tinha apoio”, lembrou a ex-volante. Para ela, o crescimento do futebol feminino nos últimos anos é evidente, mas ainda insuficiente.
Ela reforçou que as pioneiras do esporte merecem ser reconhecidas por terem aberto caminhos em condições muito mais adversas. O avanço atual, segundo Formiga, é resultado dessa luta constante, mas o momento exige que o Brasil dê um passo além, valorizando a modalidade em todas as suas dimensões.
O legado esperado da Copa do Mundo Feminina 2027
Ser sede da Copa do Mundo Feminina em 2027 é uma oportunidade histórica para o Brasil. Formiga acredita que o impacto do torneio deve ultrapassar o campo, conquistando respeito e infraestrutura para todas as mulheres envolvidas no futebol. “Pós-2027, espero que o futebol feminino tenha esse espaço, tenha estrutura e respeito de todos”, afirmou.
Ela destacou a importância de reconhecer não apenas as jogadoras, mas também árbitras e profissionais que atuam nos bastidores do esporte. Para a diretora do Ministério do Esporte, o legado da Copa deve ser um ambiente mais justo e estruturado para as futuras gerações, que já demonstram talento e paixão pela modalidade.
Sonho de um Brasil campeão em casa
Além da expectativa pela organização do evento, Formiga sonha com uma conquista inédita do Brasil na Copa do Mundo Feminina jogando em casa. A ex-jogadora fez um apelo para que o país abrace definitivamente o futebol feminino, criando uma base sólida para que as atletas possam brilhar.
“Que juntos possamos abraçar o futebol feminino de uma vez e, quem sabe, espero e torço muito, para que em 2027 possamos retornar e celebrar as duas Copas do Mundo para todo o nosso Brasil”, concluiu, demonstrando otimismo e confiança no futuro da modalidade.
A Copa do Mundo Feminina 2027 no Brasil surge como uma grande chance de transformar o cenário do futebol feminino nacional. Com a experiência e a voz ativa de Formiga, o evento promete deixar marcas profundas, inspirando novas jogadoras e fortalecendo a luta por igualdade e reconhecimento dentro do esporte.
Perguntas Frequentes
Qual é a importância da Copa do Mundo Feminina de 2027 para o Brasil?
A Copa do Mundo Feminina de 2027 é vista como uma oportunidade histórica para transformar o cenário do futebol feminino no Brasil.
Quem é Formiga e qual é seu papel no futebol feminino?
Formiga é uma ex-jogadora da seleção brasileira e atualmente atua como diretora de Políticas de Futebol e de Promoção do Futebol Feminino no Ministério do Esporte.
Quais desafios ainda existem para o futebol feminino no Brasil?
O futebol feminino no Brasil ainda enfrenta desafios como a falta de valorização, reconhecimento e infraestrutura adequada.
Como Formiga avalia a evolução do futebol feminino ao longo dos anos?
Formiga reconhece o crescimento do futebol feminino, mas acredita que ainda é insuficiente e que mais deve ser feito para garantir igualdade e respeito.
O que Formiga espera como legado da Copa do Mundo Feminina de 2027?
Ela espera que o legado da Copa seja um ambiente mais justo e estruturado para as futuras gerações de jogadoras e profissionais do futebol.